quarta-feira, 27 de junho de 2012

Atravessando o Atlântico.

Tudo pronto, e passagem na mão. Foi uma viagem de quase 24 horas por causa da escala em Lisboa. Dormir no avião é pros fracos, eu não consegui. Em Lisboa já estava quente e o aeroporto parece economizar no ar condicionado, isso que é crise européia. No avião indo pra Roma, eu apaguei quando a avião decolou, acordei congelada. Pedi ao passageiro de trás se poderia fechar aquela saidinha do ar condicionado que estava em cima de mim! Ele secamente respondeu: não. Indaguei que estava com frio, ele disse que eu não poderia fechar porque não perguntei a ele se poderia abaixar a minha poltrona...oi? Na hora pedi desculpas e pus a minha poltrona reta. Ele então desligou o ar. Não acreditei. Um homem feito, barbado, portugûes infantil, parecia que tinha 11 anos de idade. Um babaca. Já no aeroporto, o suor escorria pelas pernas, 7 da noite e está claro e quente ainda. Gabriel foi me buscar em um carro tipo Uno e disse que era uma carroça. Era um Panda bem velhinho. Só pra sair do aeroporto demoramos 30 minutos. A maquina falava que não precisava pagar, mas na cancela barrava todo mundo. A saída do aereporto estava um caos. Nenhum funcionário pra ajudar e um bando de italiano brabo gritando comigo. Que medo. Na estrada, dirigindo, Gabriel não sabia se me ensinava italiano, se me contava tudo que aconteceu nos ultimos três meses, ou se prestava atenção no caminho. Nos perdemos por 2 horas nas vias expressas, e rimos muito de tanta confusão. Fara in Sabina é tipo um vilarejo na distancia de uma hora e meia do aeroporto. Chegamos na escola quase 11 da noite. Até arrumar tudo era 1 da manhã quando fui dormir. Enfim em casa.

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